domingo, 2 de janeiro de 2011

Diferenças, Aprendências e Resistências em Tempo de Escola para Todos

Pensar em inclusão passa por pensar em uma série de atravessamentos e compreensões que vamos construindo nas relações sociais que estabelecemos. Avaliar como pensam os professores e percebem a diferença em sala de aula parece ser análise relevante para o melhor entendimento de questões como aprendizagem e desenvolvimento de sujeitos que necessitam da interação sem que lhe sejam negadas suas especificidades. Perceber que existem diferentes maneiras de olhar a diferença pode explicar porque para um mesmo sujeito podem-se entrever possibilidades ou dificuldades.
 A sociedade, e a escola como produção desta, definiram ao longo do tempo padrões, normalizações, lugares e posições que embora pareçam produções naturais são criações sociais que definem  e subjetivam o outro. Temos aí, os que aprendem e os que não aprendem, os que possuem condições de, e os que não acompanham, os inteligentes e os fracassados, os que avançam e os repetentes, os destaques e as escórias.
Uma escola competente é a que forma indivíduos competentes. Competência lida aqui como a capacidade de se sobressair, de competir, de formação do indivíduo cientificamente preparado dotado de habilidades cognitivas que permitam o acesso aos bens produzidos  e de capacidade de construir inteligentemente meios de sobrevivência. Desvaloriza-se e menospreza-se,  na maioria das vezes, habilidades outras que não estas. A cognição como capacidade que encontra-se no topo da pirâmide educacional, estando todas as demais habilidades numa escala inferior.
O sentido que se dá, assim para competência  é também  uma invenção social, enredada em fortes relações de poder definida por um eu superior, "normal", impositivo.
Quando o professor se refere ao aluno dizendo "ele nao aprende", pode estar dizendo: ele não aprende o que lhe estou ensinando, da forma como eu estou lhe ensinando e no tempo que estou determinando, o que não é por si só, condição para o fracasso.
Esvaviar-se dessa construção negativa dos sujeitos em situação de aprendizagem, é entender que o discurso da não aprendência é um discurso inócuo, vazio, acientífico e que revertê-lo pressupõe desnaturalizar verdades, rever conceitos e buscar alternativas de (im)permanência dos modos de ser e estar em sala de aula,  "é pensar que os diferentes aprendem de uma forma peculiar e que mais do que diagnósticos precisamos problematizar e negociar outras representações para estes sujeitos. Representações que nos permitam pensar e ver como legítimas outras formas de ensinar e aprender indicadas pelos próprios sujeitos, forjadas nas relações com esses grupos culturais" [Fabris e Lopes, 2000].
Nesse sentido, a diferença precisa ser lida não como oposto de igualdade. O que é diferente, não é pois aquilo que não é igual, mas aquilo que não busca a homogeinização no mesmo, mas quer manter e ver reconhecidas suas especificidades. Não é algo a ser eliminado, completado, ou corrigido. Não sao, os diferentes, sujeitos que devam apenas serem respeitados ou tolerados, uma vez que  são estes, princípios fundamentais à todo ser humano.
O próprio termo inclusão remete a algo que estaria fora. Não se nega aqui, a existência desse fato, o que se propõe é a problematização de questões para as quais não existem embates. O problema da diferença não está posto no seu âmago, uma vez que sendo todos diferentes, é um signo da humanidade, mas reside na construção social e na comprensão desta enquanto falta, imcompletude, algo a ser tolerado. O diferente traz em si, aquilo que eu igual não desejo, e que como tal precisa ser corrigido, modificado, normalizado para que este possa, como eu,  estar dentro, fazer parte. 
Para normalizar é preciso portanto, reforçar no aluno aquilo que lhe falta, trabalhar conceitos e habilidades que este ainda não alcança, recuperar. Ou quando isto não acontece, repetir, até que este consiga um mínimo necessário ou quando, percebendo-se que não atingirá o esperado, empurrá-lo para a série seguinte. Assim perpetua-se na escola espaços de não aprendizagem para os diferentes e reforça-se o estigma de fracassado que passa a fazer parte da identidade desses alunos.
Não se trata aqui de negar os deficits cognitivos. Eles existem. Não se trata também de induzir ao abandono intelectual aqueles que, por algum motivo não apresentam condições de aprendizagem da forma como acontece com a maioria dos alunos que recebemos em nossas escolas. Trata-se sim, da não generalização do termo deficiência. Ninguém é deficiente em tudo e todas as deficiências são singulares. É necessário, pois abrir espaços e apresentar possibilidades de avanço, buscando formas alternativas que não estejam vinculadas a um padrão. Trabalhar os sujeitos como seres únicos e aprendentes em potencial, desde que sejam reduzidas as ações de enquadramento e dadas as condições devidas para a aprendizagem, ultrapassando como nos diz Paulo Freire, a consciência ingênua que faz do nosso fazer pedagógico um ato descompromissado, sem reflexão, sem crítica, atrelado à permanência e à tradição.

Bibliografia:
LOPES, Maura Corcini; DAL'IGNA, Maria Claudia (org.) In/Exclusão: Nas Tramas da Escola. Editora ULBRA, Canoas, 2007

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Meu f-Elis 2011

O que há de ser tem a força do universo. Os desejos? Sopre-os ao vento. Há força maior sabendo o que fazer com eles. 
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Para ganhar um Ano Novo 
 que mereça este nome, 
você, meu caro, tem de merecê-lo (...) 
É dentro de você que o Ano Novo cochila 
e espera desde sempre.  
[Drummond]

Descrição da Imagem: Uma moça num campo, de braços abertos olhando para o céu.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

E graças à Ele minha vida vê graça todos os dias...

"Normais levantam, reclamam, vestem, irritam-se, xingam e cumprimentam sempre da mesma forma. Dão as mesmas respostas para os mesmos problemas. Tem o mesmo humor no serviço e em casa. Petrificam sorrisos no rosto, dão presentes sempre nas mesmas datas. Enfim, tem uma vida estafante e previsível. Fonte para vazios e enfados. Normais não surpreendem, não encantam. Deus, livra-me dos normais." (Augusto Cury)

sábado, 30 de outubro de 2010

Inclusive é Menção Honrosa no Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos 2010

A revista digital Inclusive – Inclusão e Cidadania recebeu menção honrosa do Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos, na Categoria 4 – A Sociedade na Educação em Direitos Humanos, em representação a experiências realizadas pelos meios de comunicação utilizando diferentes mídias.

A distinção, que está em sua segunda edição, é outorgada pela Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), em parceria com o Ministério da Educação e a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, com o patrocínio e a execução da Fundação SM.

A entrega dos 100 mil reais em prêmios para as instituições vencedoras darem continuidade a trabalhos que já vem sendo realizados no campo da educação em direitos humanos será no dia 18 de novembro, às 19 horas, no Auditório D. João VI da Imprensa Nacional, SIG Quadra 06 Lote 800, Brasília-DF.

A comissão julgadora da 2ª edição do Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos escolheu os projetos finalistas que participarão do evento de entrega das premiações, ocasião em que os vencedores serão anunciados.

Categoria 1: As Secretarias de Educação na Construção da Educação em Direitos Humanos

• “Por uma educação libertadora e igualitária para todos” (Embu /SP );

• “Programa comunidade escola: o espaço da gente” (Curitiba/PR)

Categoria 2: A Educação em Direitos Humanos na Escola

• “Homofobia, lesfobia e transfobia no contexto escolar” (Abreu e Lima/PE)

• “Identidade e Inclusão Social” (Novo Hamburgo/RS)

• “Projeto Acessibilidade do SENAI” (Joinville/SC)

• “Um Ayê Nago, um educar para a igualdade racial” (Jabotão/PE)

Categoria 3: A Formação, a Pesquisa e a Extensão Universitária em Educação em Direitos Humanos

• “Educação do campo e direitos humanos” (Belém/PA)

• “Projeto educadores para a paz” (Belo Horizonte/MG)

Categoria 4: A Sociedade na Educação em Direitos Humanos

• “Direitos Humanos no Espírito Santo” (Vitória/ES)

• “Curso cidadania e direito à educação” (São Paulo/SP)

Será outorgada Menção Honrosa na categoria 4 para o Projeto Inclusive de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, em representação a experiências especificamente realizadas pelos meios de comunicação utilizando diferentes mídias.

Site do Prêmio: http://www.educacaoemdireitoshumanos.org.br/

Fonte: OEI

sábado, 23 de outubro de 2010

Borboletas de Zagorsk

Borboletas de Zagorsk é um documentário produzido pela BBC em 1992 que trata do trabalho desenvolvido em uma escola russa com crianças surdas e cegas inspirado nos estudos de Lev Vygotsky.   A obra tem 40 minutos de duração e se passa na cidade de Zagorsk, a 80 km de Moscou.  (Fonte: wikipédia)

Os estudos sobre a defectologia, presentes na teoria de Vygotski enfatizam  que as pessoas com deficiência, através de mecanismos compensatórios,  passam a utilizar seus sentidos normais para substituir seus sentidos perdidos.

Neste sentido, o documentário reforça a importância da mediação e a crença de que todas as pessoas, independente da idade e da condição física ou intelectual, são capazes de aprender. Concepção esta também retratada na teoria da Modificabilidade Cognitiva Estrutural do educador Romeno Reuven Feuerstein. Com a conhecida frase: "Não me aceite como eu sou", Feuerstein desafia o educador a planejar e propor ações que possibilitem ao sujeito relacionar-se com seus pares, sem que esta relação seja permeada pelo atributo da incompetência por acreditar que não se pode prever, nunca limites para o desenvolvimento humano.
Borboletas de Zagorsk é a evidência disso.










quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Special Games

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Um laboratório de aprendizagem organizado por educadores de forma colaborativa. Jogos e softwares utilizados como recursos para o desenvolvimento de habilidades afetivo-emocionais, motoras e cognitivas como as funções mentais superiores e as estruturas de pensamento, especialmente de pessoas com deficiência intelectual.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

domingo, 12 de setembro de 2010

Prêmio Professora Destaque 2009


Recebi nesta semana o Prêmio Professora Destaque 2009 promovido pela Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina com destaque pelo profissionalismo e pela tecnologia inovadora em Educação Especial. Estou aguardando a premiação oficial e assim que vier (se vier) publico alguns cliques por aqui.

Mapas Conceituais e Aprendizagem de Crianças com Deficiência Intelectual

Mapas conceituais ou mapas cognitivos são ferramentas utilizadas para organizar e representar o conhecimento. São explicitações das redes de significados que construimos cognitivamente, sendo representadas graficamente através de setas, linhas e sinais semelhantes a diagramas, que indicam relações entre conceitos ligados por palavras.

Originalmente baseado na teoria da aprendizagem significativa de David Ausubel, compreende a aprendizagem como resultante da ancoragem de novos conceitos e proposições que se unem a estruturas cognitivas preexistentes. Na interação entre o novo conhecimento e o já existente, ambos se modificam. O processo é dinâmico à medida que o conhecimento vai sendo construído.

O mapeamento conceitual é uma técnica muito flexível, em razão disso pode ser usado em diversas situações e para diferentes finalidades, como técnica didática, estratégia de estudo, recurso de aprendizagem ou meio de avaliação.

Utilizados com vista a promover a aprendizagem de pessoas com deficiência intelectual, os mapas conceituais podem ser importantes recursos que, além de permitir trabalhar com foco no deselvolvimento de habilidades conceituais podem ser utilizados como forma de avaliação das habilidades metacognitivas do aluno, de forma a permitir que o professor identifique no processo de construção do mapa, que elaborações a nível conceital o aluno consegue realizar, ou ainda, quais dificuldades ou associações ainda não consegue estabelecer.

O pensamento analítico, lógico, seqüencial e linear priorizado pelas escolas, muitas vezes dificulta ou impossibilita que o aluno com deficiência intelectual possa registrar os resultados de suas aprendizagens. Neste contexto, inserem-se os mapas conceituais como recursos eficientes que possibilitam ao aluno registrar seus conhecimentos acerca de um tema, pensar sobre seus próprios processos de aprendizagem- uma vez que, ao término do trabalho o aluno deverá fazer a leitura do mapa, tendo que, para isso analisar e refletir sobre sua própria construção, reorganizando seu pensamento através da oralização e identificando acertos e/ou falhas; e, ao professor, permitem acompanhar a evolução dos processos cognitivos do aluno, avaliando de forma qualitativa os resultados, considerando-se que não existem mapas certos ou errados uma vez que estes sempre refletirão a estrutura cognitiva de um indivíduo e servirão como constatações para possíveis intervenções.

Alguns aplicativos são disponibilizados na rede com esta finalidade. Destaco dentre estes um software com funcionalidades e aplicações que se encaixam muito bem ao público com deficiência intelectual.

Inspiration
é um é um programa de criação, edição e exposição de mapas conceituais que permite aos usuários representar suas idéias e conceitos, arranjá-las e agrupá-las de diversas formas. Com um banco de imagens variado e com a possibilidade de importar imagens do arquivo do computador, é possível criar mapas envolvendo diferentes temas e áreas do conhecimento, abrindo um leque de possibilidades educacionais. A possibilidade de criação de mapas utilizando-se apenas de imagens, possibilita que alunos não alfabetizados ou em fase de alfabetização, consigam também registrar suas aprendizagens. O programa permite ainda a inserção de sons, possibilitando trabalhar com outras finalidades.
Outros softwares para criação de mapas conceituais estão disponíveis e podem ser baixados gratuitamente ou utilizados online:
[ Post publicado originalmente na Inclusive: Revista Digital de Direitos Humanos, Cidadania e Inclusão Social ]

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

De mudanças, paixões ou inquietações

 Imagem: Dianne Poinski

A gente aprende tanta coisa nesta vida! Aprende a gostar. Sim, as vezes, o que falta de um lado, compensa-se de outro, o que parecia ruim, não é lá tão ruim assim. A gente aprende a dissimular, aprende a mentir e a enganar. Pior de tudo, quando a gente faz isso com a gente mesmo. Aprende a amar e a esperar menos das pessoas. Aprende a não criar tanta expectativa e a dar valor. Aprende a não querer subverter a ordem natual das coisas, aprende que há caminhos a serem percorridos e há que se ter obediência e resignação. Aprende a aceitar que boa parte do que se conquista é merecimento, que poucas coisas vêm de graça e que aquilo que te fará creditar força e  energia em si mesmo são aquelas a que te custaram uma boa dose de suor e lágrimas. Aprende a gostar mais de gente, a valorizar o calor de uma mão, a desejar o bem, a amar apesar de. A abraçar sem receio, a entregar-se sem restrição. Aprende a lembrar e a esquecer. Aprende a superar. E a gente supera tudo. Essa é uma verdade calcificante. A gente aprende a esperar e a superar nossas ansiedades juvenis. E a gente troca o querer pelo entender. Aprende que você nao tem a direção das coisas, ainda que tenha um bom projeto e que o bom da vida é isso, a inconstância, a não certeza, a imprevisibilidade, no quanto de graça tem a surpresa.

Este ano me reservou algumas, e entre esperas e saudades meu caminho vai se desenhando. No fim, talvez, tudo vire saudade. Talvez tudo dê certo. Talvez outros encontros, outras caras, outros abraços, talvez eu chore quando lembre. Talvez eu assuma uma nova função, talvez eu volte pra sala de aula, talvez eu realize sonhos, talvez frustre bons planos, talvez eu escreva para dizê-los. Talvez...

A propósito, este texto era pra dizer de outra coisa. Mas eu aceito o rumo que ele tomou, como dizia Quintana "A gente pensa uma coisa, acaba escrevendo outra e o leitor entende uma terceira coisa... e, enquanto se passa tudo isso, a coisa propriamente dita começa a desconfiar que não foi propriamente dita"


quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Seminário de Tecnologia Educacional - 6º Núcleo CPERS - Rio Grande - RS

Aconteceu nos dias 26 e 27 de agosto de 2010 o Seminário de Tecnologia Educacional, promovido pelo 6º Núcleo CPERS - Rio Grande - RS, do qual participei com  a palestra: Tecnologias Educacionais: Para quem Precisa se Incluir  e uma oficina abordando o tema: Recursos Tecnológicos como Estratégia de Acessibilidade e de Aprendizagem de Alunos com Deficiência Intelectual, onde foram disponibilizados alguns recursos de hardware e softwares acessíveis e facilitadores do aprendizado, especialmente de pessoas com deficiência intelectual, de modo a favorecer a inclusão digital, escolar e social destas pessoas. 
Disponibilizo abaixo o material utilizado durante o evento.
Tecnologias educacionais: para quem precisa se incluir
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O evento contou também com a participação dos colegas Robson Freire, editor do Blog Caldeirão de Ideias Joanirse de Lurdes da Rosa Ortiz, editora do blog Mídias na Educação, José Antonio Klaes Roig, que mantem os blogs educacionais Educa Tube e Letra Viva, e da colega Janaina Martins do Núcleo de Tecnologia Educacional da cidade de Rio Grande.

O material está disponibilizado na íntegra no blog Educa Tube.

Agradecimento especial ao amigo José Roig pelo convite e pela agradável companhia e à Rita e ao Alexandre pela calorosa acolhida. De resto, fica a saudade do tempo bom vivido em companhia das pessoas queridas que conheci e/ou reencontrei....Robson, Jo, Jana, Zé e Luiz e destes instantes,  as tantas  imagens que seguem coladas à retina.
Alguns cliks do evento: 

 

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Pequena grande contadora de histórias

Picasso dizia que toda criança é artista, o problema é permanecer artista depois que cresce. Tenho essa mesma impressão quando penso em criatividade. Crianças são naturalmente criativas e inventivas, enquanto o adulto pelo senso valorativo e comparativo apurado e pela falta de estímulo, muitas vezes atrofia essa capacidade.
O professor Jarbas, do Boteco Escola indicou e eu roubei o vídeo pra cá. Trata-se de uma pequena grande contadora de histórias que com uma criatividade invejável desenvolve uma narrativa cheia de personagens e detalhes curiosos.
Enjoy!



Descrição do Vídeo:

Era de manhã, o ursinho Pooh e o Tigrão acordaram e viram que os bebês macacos tinham sumido. E então os bebês macacos estavam perdidos nas árvores. O que aconteceu então? Eles viram morcegos. Eles viram crocodilos, hipopótamos, girafas. Eles tinham feito uma viagem muito longa. Eles nem pegaram o trem. E eles viram um crocodilo, eles viram sapos, caixas com animais que eram pobres, que estavam perdidos, pessoas que queriam colocar na jaula os animais que eram pobres, que nao tinham nada para comer, eles nao tinham nada para pagar, eles estavam em algumas árvores assustadoras, com hipopótamos, crocodilos, monstros e fantasmas. O Tigrão pulou nas árvores, muito alto e ele viu os macacos, ele agarrou com suas mãos e desceu de volta com os macacos. E daí o Tigrão e o Ursinho Poofh estavam indo para a floresta para achar alguns morangos, mas a bruxa nao concordava com nada disso, porque aqueles eram seus morangos, então eles lutaram, lutaram e o leão venceu e ele era o rei,e le tinha um capacete, uma espada e...como você fala quando você se protege? (A mãe) Um escudo! A pequena continua: E poderes mágicos! E então, eles viram várias coisas. Coisas muito bonitas: tinham flores, o sol, as nuvens!Muitas coisas! Mas tinah algo acontecendo errado, porque tinha um crocodilo que estava dormindo na grama, e se você pisasse nele ele ia acordar e iria comer os bebês! Então alguma coisa deu errado de novo porque o hipopótamo não estava na água e ele preferia se matar. Então o leão matou o hipopótamo e eles foram para o céu, mas o hipopótamo nao sabia, ele nao quaria ir para o céu, entao ele decidiu nao ir pro o céu. Mas o leão disse: "Agora ja é tarde, você decidiu estar morto no céu!" E entao foi merecido pro leão porque ele nao tinha mais poderes e daí o poder foi para o hipopótamo e o hipopótamos era alérgico à magia. O hipopótamo e o leão e o tigre, eles chegaram ao local e eles viraram "caixa de frango" daí a "caixa de frango" foi para outro animal que era muito mal, tremendamente muito mal, e tinha um mamute! O mamute tinha garras, poderes para mandar as pessoas para o céu! Até os animais! E então, tinha uma mulher que tinha um anel, igual o seu mas era diferente, porque era laranja, daí o anel laranja fez (faz um ruído) e matou todas as bruxas, Assim, as pessoas ficaram em paz e as pesoas podiam fazer o q ue elas quisessem e as crianças também. Agora acabou.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Futuratec, a videoteca do Canal Futura

imagem da página de busca da Futuratec
O Canal Futura através de um serviço de busca, download e compartilhamento coloca a disposição dos educadores boa parte do seu acervo.

O Futuratec é uma ferramenta que pode auxiliar o educador em seus projetos, trazendo para a sala de aula um recurso valioso para dinamizar e enriquecer suas aulas.São cerca de 700 episódios, na íntegra, organizados por temas, facilitando a busca de programas a partir dos assuntos que o professor deseja abordar em suas atividades educativas.

É possível fazer a busca por arquivos digitando o conteúdo ou selecionando entre as trinta categorias disponíveis, entre estas: Direitos humanos, diversidade cultural, cultura afro-brasileira, ciência e tecnologia, atualidades, entre outras.

Vários tutoriais auxiliam o professor a fazer o download, a gravação e o compartilhamento dos vídeos e um fórum está disponível para sanar dúvidas e conferir detalhes sobre como utilizar o material.